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Alok dá oportunidade a artistas emergentes na Aurea Tour
Maior show da carreira do brasileiro contou com Ric Rulie na abertura
Maior show da carreira do brasileiro contou com Ric Rulie na abertura
Publicado
10 meses atrásem
Por
Eduardo Pinheiro
Com o manifesto “Keep Art Human” (em tradução: mantenha a arte humana), Alok entregou um espetáculo audiovisual na Mercado Livre Arena Pacaembu, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, no último sábado (28). Mas além de uma experiência imersiva que contou com inovações tecnológicas e criatividade humana, o evento foi uma vitrine para artistas emergentes, como é o caso de Ric Rulie, responsável pela abertura do palco na data.
Nascido no Rio de Janeiro, Ric Rulie é um DJ e produtor com carreira exponencial. Contando com mais de 500 mil plays no Spotify – incluindo um remix oficial para “Pescador de Ilusões” do O Rappa -, ele já se apresentou em festivais como Rock in Rio, clubs como Privilège e eventos como Réveillon Amoré e Corona Sunset, entre outros. Mas foi na Aurea Tour que encontrou um espaço para uma nova fase da carreira.
A oportunidade para se apresentar no evento autoral de Alok em São Paulo surgiu por meio da Aceleradora Musical, um programa de acompanhamento de carreira para DJs e produtores, fundado por Fred Vieira (SUBB), artista com mais de 20 anos de carreira, e que conta com um time formado por Gustavo (Felguk), Kohen e Matheus Tavares (emekate).
Em um concurso promovido pelo projeto, no qual mais de 100 pessoas deveriam enviar um set de 30 minutos para avaliação, concorrendo a uma vaga no line-up da Aurea Tour, Ric Rulie e Soulfie foram os vencedores, garantindo a oportunidade de se apresentar juntos – em b2b – no evento.
Entendendo que a performance no Estádio do Pacaembu foi uma vitrine para mostrar seu trabalho para público, produtores de evento e produtores musicais, Ric se sente grato e ressalta o papel de grandes artistas na renovação da cena eletrônica.
“O Alok não precisava de mim… e mesmo assim ele escolheu ajudar. E isso muda tudo. O que ele fez ao me colocar como primeiro DJ não foi só abrir o palco. Foi dar visibilidade. Ele entende o tamanho dele como artista e usa essa relevância para fomentar novos nomes, o que é raro e admirável. Isso tem um impacto real para quem está começando e para a cena como um todo”, declara Ric.
“Entendo que muitos eventos repitam os mesmos nomes por ‘segurança’. Isso faz sentido do ponto de vista do negócio. Mas é justamente por isso que o gesto do Alok foi tão marcante: ele abriu espaço no maior show da vida dele. E isso pode inspirar outros artistas a fazerem o mesmo”, completa.
Sobre a apresentação, que foi um warm-up para o set de Felguk b2b SUBB, o carioca enxergou como uma das maiores oportunidades de crescimento profissional.
“O warm-up é um dos sets mais difíceis e técnicos que existem. É quando a festa ainda está fria e você precisa aquecer, sem exagerar. Você tem que construir a energia, respeitar quem vem depois e encontrar o equilíbrio entre conceitual e comercial, sem usar hits e músicas óbvias. Muitos DJs se sentem diminuídos e subestimam o warm-up. Mas a maioria de nós começa tocando antes dos grandes. Raramente alguém estreia como headliner. Então, acredito que essa experiência é indispensável para um dia chegar no horário principal”, conclui.
Depois de dar um grande passo na carreira ao se apresentar no mesmo line-up de ícones do mercado nacional, incluindo Gilberto Gil, Ric Rulie busca ampliar ainda mais seu trabalho, que conecta música eletrônica à cultura brasileira, com lançamentos autorais, collabs e mais oportunidades em outros palcos.
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