Entre os principais festivais que atraem intercambistas ao redor do mundo estão:
Coachella (EUA): referência mundial pela música, arte e moda, movimenta mais de US$250 milhões por edição e recebe cerca de meio milhão de pessoas.
Osheaga (Canadá): em Montreal, mistura rock alternativo, pop e indie, atraindo jovens de todo o mundo.
Festival d’été de Québec (Canadá): reúne mais de 300 shows em 11 dias, em uma imersão cultural única.
Tomorrowland (Bélgica): o maior festival de música eletrônica do planeta, com público de mais de 200 nacionalidades.
Glastonbury (Reino Unido): além da música, oferece arte, teatro, dança e debates sociais, ampliando a experiência cultural no coração da Inglaterra.
Lollapalooza (EUA, Brasil, Chile, Argentina, Alemanha, França e Suécia): um dos maiores festivais itinerantes do mundo, reúne artistas de diferentes gêneros e culturas. No Brasil, o evento divulgou recentemente seu line-up para a próxima edição em São Paulo, reforçando a relevância do país no circuito global.
Rock in Rio (Brasil e Portugal): um ícone da música mundial que conecta culturas e gerações. A edição carioca é considerada uma das maiores do planeta, enquanto a de Lisboa mantém o espírito brasileiro em solo europeu, atraindo milhares de fãs de diferentes nacionalidades.
Para os jovens, participar desses eventos enquanto vivem um intercâmbio é unir aprendizado com experiências inesquecíveis: ouvir bandas internacionais, conversar com pessoas de diferentes países, vivenciar novas línguas no dia a dia e ampliar sua visão de mundo. Afinal, como mostra a pesquisa Belta, mais da metade dos intercambistas brasileiros afirma que a troca cultural é a parte mais transformadora da experiência no exterior.
Assim, do The Town ao Coachella, passando pelo Tomorrowland e pelo Sziget, os festivais se tornam não apenas destinos turísticos, mas também portas de entrada para uma vivência global completa, capaz de marcar a trajetória pessoal e profissional de quem escolhe o intercâmbio como caminho.